Avaliação e tratamento especializado de feridas crônicas, na casa do paciente.
Se você chegou até aqui, é provável que esteja cuidando de alguém — ou de si mesmo — há mais tempo do que imaginava. Trocando curativo, esperando melhorar, ouvindo que é questão de tempo.
Às vezes é. Mas quando a ferida não evolui, o que falta quase nunca é um curativo melhor. É entender por que ela não está fechando.
Alessandra Scarpim
A ferida está do mesmo tamanho, ou parecendo pior, há mais de três semanas.
Sinais de que alguma coisa no leito da ferida precisa ser avaliada de perto.
Condições que mudam a forma como a ferida cicatriza — e o tratamento certo.

A fibrina rica em plaquetas é preparada a partir do sangue do próprio paciente e leva ao leito da lesão os fatores que o organismo usa para reconstruir tecido. É a mesma pessoa curando a si mesma, com uma ajuda para chegar lá.

A TPN mantém a ferida em sistema selado, controla o excesso de secreção e aproxima as bordas. Até pouco tempo, isso significava internação. Hoje o aparelho vai junto comigo até a casa do paciente.

A fotobiomodulação usa um comprimento de onda específico para estimular a atividade celular no leito da lesão e na pele em volta. Sem dor, sem corte, aplicada nas situações em que está indicada.

Cada fase da cicatrização pede um material diferente. O que resolve hoje pode atrapalhar daqui a duas semanas. Por isso a escolha da cobertura é decisão clínica, não catálogo.
Vejo a ferida, o tecido, a pele em volta, e escuto o histórico. É aqui que entendo por que essa lesão não fechou até agora.
Defino a cobertura e a terapia para a fase em que a ferida está, e explico o que dá para esperar de prazo.
Levo o material e a tecnologia necessários. Sem deslocar o paciente, sem sala de espera.
Registro a evolução a cada visita. Quando a ferida muda de comportamento, o plano muda junto.

Não foi acaso. É a área em que a diferença entre um cuidado atento e um cuidado automático aparece na pele, semana a semana — e em que a evolução é visível para o paciente e para a família.
Sou enfermeira, com pós-graduação em Estomaterapia e formação continuada em Dermatologia com ênfase em feridas. Meu trabalho começa antes do curativo: na causa da lesão e nas condições que estão atrasando a cicatrização.
Enfermagem especializada dentro de casa, com continuidade e a mesma equipe acompanhando o caso — em Caçador e região.
Assistência no conforto e na segurança da própria casa.
Fotobiomodulação nas situações em que o recurso está indicado.
Conforme prescrição e dentro das normas de segurança.
Acompanhamento e cuidados especializados.
Para pacientes com limitação de mobilidade.
Enfermagem durante períodos de internação.
Eu vejo a ferida, entendo o histórico e explico o que dá para esperar. Só depois disso montamos o plano de tratamento.
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